26 de jul de 2010

Testemunho da ovelha encontrada - Marcia Rodrigues

É com imensurável prazer que compartilho aqui em meu blog, o meu testemunho, escrito no dia 22 de julho, para o Blog Word of the cross:


Eu vivia neste mundo como ovelha perdida. Vivia uma vida segundo meus próprios preceitos, segundo meu próprio entendimento.

Nunca fui de fazer o mal, muito pelo contrário, mas também não fazia o correto aos olhos do Pai. Vivia uma vida desregrada, na prática de pecados: desonrava meus pais, sedia aos prazeres carnais, mentia para me sair das situações incômodas, destruía meu corpo - Templo do Espírito Santo – fumando. Eu ia levando a vida mesmo sem ver algum sentido em tudo aquilo.

Por várias vezes senti o chamado de Deus e ficava estimulada a ir ao seu encontro; mas eu nada fazia, era como se algo me prendesse.

Então, movido por seu infinito amor e misericórdia, Deus, me buscou para junto de si. “Porque assim diz o Senhor Deus: Eis que eu mesmo procurarei as minhas ovelhas e as buscarei” (Ezequiel 34:11).

Deus colocou o Yuri Almeida em minha vida, fez dele uma bênção para mim, pois o Yuri me falou do amor de Deus. Aos poucos fui conhecendo a Deus e me entregando a Ele. Percebi que Deus tinha um propósito para mim e o Yuri como um casal cristão, e por isso Ele nos uniu.

Descobri que tudo o que eu sempre chamei de imoral ou ilegal, Deus chama de pecado. Percebi que eu procurava justificar meus erros/pecados com argumentos vãos, para que eu continuasse a praticá-los, por que o pecado dá prazer e é difícil nos livrarmos dele.

Fui liberta do pecado pela graça de Deus (Rm 6:14); hoje sei que convém que o Senhor cresça e eu diminua.

Despojei-me da velha Marcia; hoje sou como um vaso de barro nas mãos do oleiro, que é Jesus.

Deus fez e ainda está fazendo maravilhas em minha vida!

De forma sobrenatural parei de fumar; consagrei-me ao meu Deus separando-me do pecado; as vendas dos meus olhos caíram e agora consigo entender as palavras e a vontade de Deus; sinto prazer em seguir os preceitos de meu Pai; assumi um compromisso com Ele; minha vida se encheu de bênçãos.

Escolhi a Jesus por que ele escolheu a mim primeiro, me honrou de maneira inigualável.

O meu desejo é honrá-lo por toda a minha vida.

Orgulho-me do que me tornei: filha de Deus Altíssimo!

Hoje sou muito mais feliz, em Cristo Jesus!

Desejo, em nome de Jesus, que muito mais vidas sejam alcançadas!

21 de jul de 2010

Uma boa notícia finalmente para o Maranhão!

No último domingo, surpreendi-me com uma notícia que se destacava, entre tantas as informações negativas, divulgadas sobre o Maranhão. O Ipea comprovou a redução da pobreza no Maranhão durante o Governo Zé Reinaldo.

Lembro de que, boa parte da minha infância, ouvi os mais velhos diante do Jornal Nacional comentando: “Quando o Maranhão aparece na Globo é sempre notícia ruim”. Desta vez a informação era a melhor que um cidadão maranhense, envergonhado diante de tantas tragédias divulgadas com o nome de nosso Estado, podia receber. Especialmente para os que, como eu, defendem a Justiça Social e têm esperança em um futuro com mais dignidade para os filhos que eu pretendo ter e os filhos e netos dos menos favorecidos.

O estudo do Ipea revelou que os índices de pobreza absoluta e pobreza extrema do Maranhão foram reduzidos durante os cinco anos de governo do doutor José Reinaldo Tavares. O período de 2003 a 2008 foi o que registrou a mais intensa redução da pobreza absoluta. Segundo a matéria, em 1995 - período referente aos governos de Edison Lobão e Roseana Sarney - o Maranhão tinha a maior taxa de pobreza absoluta 77,8% seguido por Piauí com 75,7% e Ceará com 70,3%.

Também no período entre 2001 e 2006, o Maranhão ficou entre os três estados da federação com maior ritmo de expansão do PIB per capita: Tocantins (9,2%), Distrito Federal (6,5%) e Maranhão (6,2%), segundo o Ipea. No caso da taxa de pobreza extrema (rendimento médio domiciliar per capita de até um quarto de salário mínimo mensal), observa-se um contingente de 12,1 milhões de brasileiros a superar essa condição, o que possibilitou reduzir em 49,8% a taxa nacional dessa categoria de pobreza, de 20,9%, em 1995, para 10,5%, em 2008.

Esse tipo de resultado nos faz pensar que é possível voltar a sonhar com um Maranhão melhor, com cidadãos que, sem tanta vulnerabilidade social, possam decidir seus destinos nas urnas, com consciência e não sob o desespero da fome e da miséria,

15 de jul de 2010

Peregrinos em Terra Estranha – Rodrigo Arrais

Ganhei o livro Peregrinos em Terra Estranha das mãos do próprio autor, Pr. Rodrigo Arrais, porque me mostrei interessada em seus livros, assim como em todos aqueles que ele comenta nos cultos de nossa igreja - IBA.

Ao entregar-me o livro, com dedicatória e tudo, o Pr. Rodrigo, disse-me que gostaria de saber a minha opinião ao termino da leitura.

Eis aqui minhas impressões:

Em Peregrinos em Terra Estranha, o Pr. Rodrigo nos lembra que somos peregrinos de Sião e que esta Terra é uma terra estranha para nós.

Incita-nos a termos um coração de peregrino, e a não nos deixarmos contagiar com a cultura deste mundo. Uma cultura que não é nossa.

Mais ainda: nos exorta a procurarmos refletir em nossa personalidade as características e o caráter do povo de Sião.

Nos fala dentre outras coisas do sacerdócio real, do progresso da fé, de uma ética superior, de fazer o correto e não o mais fácil; e em seguir os passos de nosso mestre – Jesus. E que, assim, experimentaremos a realidade sobrenatural da fé.

O que o livro fala sobre o reino de Deus é magnífico!

A maioria das pessoas pensa que o reino de Deus está no futuro e não se atenta para o fato de o reino de Deus existir desde sempre.

O reino de Deus ainda está aqui - e sempre estará. Basta percebermos isto e vivermos como súditos leais.

Eu não sabia o que iria encontrar ao abrir as páginas de Peregrinos em Terra Estranha, e ao longo da leitura, em cada capítulo, tive uma bela surpresa.

Deparei-me com uma obra escrita de forma clara, rica e surpreendente.

O assunto não me era totalmente estranho, mas a abordagem é muito nova para mim. Realmente, uma visão de peregrino.

Vai a dica: É um daqueles livros que merecem releituras!